Estudantes fazem atos em nove capitais contra carta de Flávio Bolsonaro; veja horários

Praça Roosevelt, em São Paulo
Praça Roosevelt, em São Paulo (imagem de arquivo, 2017). Foto: Paul R. Burley/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Estudantes fazem neste domingo (1º) atos em nove capitais para comemorar a reeleição do presidente Lula (PT) e protestar contra a carta golpista do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em defesa da democracia e da soberania. A mobilização, chamada “Brasil com S”, é organizada pela UNE, segundo a Folha.

Lula venceu o segundo turno, em 25 de outubro, com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio. Depois da derrota, o senador deixou o país e divulgou uma carta em que se dizia o “verdadeiro presidente eleito”.

A UNE convocou os atos com o mote de defesa do processo eleitoral e da soberania. Na maior parte das capitais, a concentração ocorre em praças centrais, e as manifestações se estendem ao longo do dia, da manhã em Maceió e Belém ao fim da tarde em Manaus, Cuiabá, Recife e Porto Alegre.

O nome do ato remete ao brasão com a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, com z, que aparecia na primeira versão da carta. Uma versão posterior trocou o símbolo e passou a apresentar Flávio como “líder do Brasil”.

Locais e horários

Domingo (1º):

  • Maceió: 9h, Marco dos Corais
  • Belém: 9h, Praça da República
  • Rio de Janeiro: 12h, Candelária
  • São Paulo: Praça Roosevelt, a partir do meio-dia, segundo a UNE à Folha; a convocação inicial falava em 14h
  • Goiânia: 15h, Praça Universitária
  • Manaus: 16h, Praça da Saudade
  • Cuiabá: 16h, Praça do Pedra 90
  • Recife: 16h, Praça do Arsenal
  • Porto Alegre: 16h, Praça do Aeromóvel

Na segunda-feira (2), o ato será em Salvador, com concentração às 9h no Morro do Cristo e caminhada até o Farol da Barra, sob o mote “Funeral do Bolsonarismo / Em Salvador, golpista não se cria”, com UNE, UEB e ANPG, segundo o BNews.

“Iremos às ruas defender a integridade do nosso processo eleitoral e a soberania do nosso povo e do nosso país!”, afirmou a UNE na convocação.

Leia também: Governo Trump não deve apoiar Flávio Bolsonaro como líder do Brasil.

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