defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) negou que ele tenha atendido a uma ligação telefônica feita pelo vereador e ex-deputado federal Alexandre Frota (PDT-SP) durante um programa transmitido ao vivo na quarta-feira (22). Em nota publicada nas redes sociais na quinta-feira (23), o advogado Paulo Cunha Bueno classificou como “maldosa”, “teatral” e “patética” a especulação de que o ex-mandatário teria conversado com o ex-aliado.
O episódio ocorreu durante a participação de Frota no programa Sobremesa, veiculado pela rede TMC. Na ocasião, os apresentadores sugeriram que o ex-deputado telefonasse para alguma pessoa do seu convívio passado para “fazer as pazes”.
Frota realizou a chamada em modo viva-voz. Uma voz masculina atendeu ao telefone dizendo apenas “alô” e desligou na sequência. A reação dos integrantes da bancada, que afirmaram ter reconhecido o tom de voz do interlocutor, levantou nas redes sociais a suspeita de que se tratava de Jair Bolsonaro. Durante a transmissão, Frota evitou confirmar a identidade da pessoa para quem havia discado.
Em manifestação oficial, o advogado Paulo Cunha Bueno argumentou que a insinuação derivou apenas de uma semelhança sonora momentânea e buscou criar controvérsia. O defensor ressaltou também que o ex-presidente não possui aparelho celular sob sua posse.
Procurada após a repercussão do caso, a equipe de Alexandre Frota informou que ele não se pronunciaria sobre o ocorrido.






